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O crer irresponsável
Crer, como ato que dispense o compromisso de buscar a verdade, é uma ação passiva que deixa de justificar a existência. O Homem, renunciando ao uso das potencialidades advindas da evolução de sua espécie, perde sentido como ser. Quando a humanidade decide-se por crer no que acontece a partir de um sentimento de fé absoluta, dispensando conhecimento prévio ou demonstração, pratica uma irresponsabilidade perante ela mesma, pois se condena a não buscar uma razão para as coisas e, ao mesmo tempo, aceitar como verdade o que alguém lhe impinge. Se Deus quisesse que o Homem apenas cresse, ter-lhe-ia traçado um cérebro diferente, sem atribuir-lhe a função de pensar. O paradoxo presente nos que creem sem ressalvas é aceitar a Deus de forma absoluta e, ao mesmo tempo, renunciar às potencialidades que Ele teria colocado em sua obra.
Edson Monteiro, em O Sorriso da Razão. Editora Letra Capital
Liberdade e coerência
Meus estudos, experiências, pensamentos e intuição têm me levado a crer que pessoas maduras e coerentes, ao serem analisadas com base no comportamento comum, são caretas. Penso que, quando o assunto é individualidade, bem estar do indivíduo, não existem decisões coerentes sem a ausência de qualquer tipo de coerção externa ou interior. As pessoas que conhecem esse tipo de liberdade decisória deixam de considerar tanto a febre mercantil da moda quanto o moralmente proibido como excitantes e se voltam para as descobertas de suas necessidades essenciais. Dessa forma, indiferentes às imposições culturais fúteis, excluem-se da corrida consumista coletiva, na maioria das esferas, e tornam-se, aparente e paradoxalmente, anacrônicas.
De forma alguma estão imunes aos impulsos vaidosos, mas, esforçam-se pela consciência e atenção às suas escolhas. Assim, quando cedem ao ego, não existe culpa; só existem escolhas conscientes. Trata-se de postura fundamental para a paz interior, o que não passa de coerência.
De um modo geral e na maioria das vezes, a liberdade é careta e preza pela discrição. Só quem a tem e a sente sabe disso.
Obs: ter liberdade é diferente de senti-la. Morar sozinho é tê-la; senti-la é não abrir mão da decisão solitária.Cesar Machado
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Para assistir e pensar
As continuações das entrevistas e debates encontram-se no Youtube.
Reflexões acerca do ego
Homofobia nas igrejas e suicídio (clique em Youtube para conseguir ler as legendas)
Mariana Aydar canta: Peixes, pássaros, pessoas
Letra de “Peixes, pássaros, pessoas”, de Nenung
Peixes são iguais a pássaros
Só que cantam sem ruído
Som que não vai ser ouvido
Voam águias pelas águas
Nadadeiras como asas
Que deslizam entre nuvensPeixes, pássaros, pessoas
Nos aquários, nas gaiolas,
Pelas salas e sacadas
Afogados no destino
De morrer como decoração das casasNós vivemos como peixes
Com a voz que nós calamos
Com essa paz que não achamos
Nós morremos como peixes
Com amor que não vivemos
Satisfeitos? mais ou menos
Todas as iscas que mordemos
Os anzóis atravessados
Nossos gritos abafadosDescubra-se: O Ego
A força do pensamento
George Carlin – “A maior mentira”. Assista no Youtube para ler as legendas.
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